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Novas formas de cuidar podem necessitar de novos modelos de remuneração

Os sistemas de saúde de todo o mundo e suas redes de provedores associados foram enormemente afetados por perdas financeiras imediatas e incertezas futuras durante esta pandemia de Covid-19. Isso porque os cuidados eletivos foram praticamente suspensos e a recessão econômica forçou muitos a abrirem mão do plano de saúde. Novos modelos de tratamento foram criados para suprir as demandas e manter as receitas, vide a telessaúde. Mas se a tendência é que essas inovações façam parte do “novo normal”, surge a necessidade também de pensar novos modelos de remuneração.

A saúde baseada em valor é uma boa opção, mas as organizações ainda estão pensando como compensar os profissionais por sua prestação de atendimento de qualidade, o que leva à satisfação do paciente e resultados positivos para a saúde suplementar. As demandas da pandemia acabaram por destacar, ainda mais, a necessidade de uma estrutura de remuneração que incentive a experimentação.

Modelos de remuneração baseado em contribuição?

Diante das novidades, Alemanha, Itália e Espanha, recentemente, firmaram contratos baseados em resultados para terapias da próxima geração. À medida que mais modalidades são aprovadas, é possível que mais pacientes se beneficiem e algumas barreiras de custo diminuam como resultado.

Já se fala por aí, também, de modelos de remuneração estabelecidos por variáveis ​​que equilibram a produtividade; a qualidade; e a cidadania. Nele, o salário-base recebe incentivos básicos personalizáveis ​​em um sistema de pontos. Medida que incentiva maior autonomia e alavanca pagamentos personalizáveis. Estes motivam os profissionais com base em sua produtividade, resultados de qualidade, administração organizacional e grau de envolvimento clínico e extracurricular. Ao permitir diferentes combinações e pesos dos incentivos, a saúde suplementar pode alinhar a remuneração com as necessidades individuais dos profissionais e as próprias prioridades estratégicas das organizações.

Encontrar, medir e compartilhar valor

As empresas têm a opção de adotar uma abordagem ecossistêmica e identificar soluções que permitam que os benefícios econômicos sejam compartilhados com todas as partes interessadas, incluindo pacientes. Mas definir e alinhar o valor pode ser uma das partes mais difíceis da execução dos modelos de remuneração.

Compartilhar valor pode ser uma solução para algumas companhias da saúde suplementar, há quem defenda que as partes interessadas do ecossistema poderiam se unir para desenvolver padrões para medir os benefícios e resultados. Essa união seria melhor concebida com o auxílio de uma empresa de consultoria, como a Designing Saúde. Capaz de preparar estudos, examinar os dados, desenvolver evidências e ajudar a definir o valor vitalício de um serviço ou produto de saúde.

Vivemos um momento de mudanças. Nele, inovações tecnológicas, Inteligência Artificial, Big Data, desafiam a busca pela eficiência e construção de valor. Todos os players do setor reconhecem que esse é um movimento irreversível. Portanto, as empresas devem estar preparadas para lançar rapidamente estratégias bem elaboradas de acesso ao mercado. E essas estratégias devem ser traçadas tanto a longo, quanto a curto prazo.

A Designing Saúde nasceu do nosso sonho em ajudar nessa transformação. ,,Entre em contato e saiba mais!