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Como o mercado de saúde pode lidar com os custos após crises?

O novo coronavírus (Covid-19) criou não apenas uma crise sanitária, como também econômica. O mercado de saúde, geralmente, é imune a recessões, uma vez que a demanda por cuidados médicos é constante em tempos bons ou ruins.

Mas a crise ocasionada pelo Covid-19 é diferente. A população precisou praticar o distanciamento social e minimizar as atividades externas. Pessoas, que antes estariam usando os serviços de saúde, optaram por ficar em casa e adiaram cuidados que não são urgentes. Além disso, muitas perderam seus empregos e a possibilidade de manter os planos médicos.

Como resultado, em algumas localidades, os salários do corpo clínico estão sendo reduzidos ou congelados, e alguns funcionários estão sendo dispensados. Para a gestão em saúde, esse é um momento decisivo para entender as demandas e aprender a lidar não só com essa crise, como as que podem surgir no futuro.

Lições do coronavírus para o mercado de saúde

Apesar dos problemas, algumas oportunidades criadas pela pandemia devem se tornar tendências no pós-crise para o mercado de saúde e identificá-las é primordial para não ficar para trás, como o novo comportamento das pessoas perante o consumo de serviços e produtos da área. É provável que haja mais atenção à higiene básica e às precauções com ambientes públicos, o que deve servir como fomento à medicina preventiva.

Além disso, considerando as implicações do coronavírus, surge a necessidade, por parte das operadoras de saúde, de passar a ofertar planos focados na atenção primária e idealizados para grupos específicos, como idosos e doentes crônicos.

Nesse sentido, a integralização do cuidado e o atendimento humanizado também merecem atenção, visto que são estratégias que a gestão em saúde pode empregar voltadas para a promoção de maior eficiência e com impacto direto nos custos.

O que esperar do futuro?

Para o futuro, o entendimento do mercado de saúde será a base inicial que as empresas do setor precisarão solidificar. Assim como aceitar que a digitalização chegou para ficar, inclusive nos fluxos de trabalho, registros de saúde dos pacientes e no atendimento.

A regulamentação e o gerenciamento de dados deve mudar, assim como após a experiência emergencial, os consumidores estarão mais dispostos a experimentar essas modalidades.

Em termos de valor, os custos devem estar bem mapeados e categorizados. Se estes não contribuírem para uma melhor qualidade do atendimento, como certas despesas administrativas, podem ser reduzidos.

Também é importante desenvolver mapas de processos de cada atividade na cadeia de prestação de cuidados ao paciente. Assim como definir o valor de cada uma e estimar o tempo para cada processo.

É importante pensar sobre essas questões fundamentais agora para tomar as decisões de curto e longo prazo. A Designing Saúde oferece consultoria especializada e pode ajudar a identificar e planejar o futuro da sua instituição, colocando-a à frente das oportunidades do mercado de saúde.

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